Fred Marroquim
07/07/2015
Queridos e ótimos atores. Amizade de décadas! Parabéns pela peça "Um bico para velhos palhaços ".Grupo Harém faz 30 anos. Francisco Pellé Vieira, Fernando Freitas Freitas e Francisco de Castro, atores e amigos!
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Cássio Borges07/07/2015
Terminando a peça "Um bico para velhos palhaços" produzida pelos amigos do Grupo Harém de Teatro. Muito bom, recomendo para quem tiver interesse numa próxima oportunidade.x-x-x-x-x-x-x
O Circo do Harém
retorna ao picadeiro
por maneco nascimento
O Grupo Harém de Teatro, em estreia mundial comemorativa aos 30 anos de carreira, marcou calendário na noite do dia 02 de julho, a partir das 20 horas, no palco do Theatro 4 de Setembro. Uma plateia vigorosa atendeu aos proclamos da estreia e veio dividir com o Grupo a nova montagem e rir das tiradas harenianas.
"Um Bico Para Velhos Palhaços", dramaturgia construída a partir do obra original do romeno Matéi Visniec, com direção de Arimatan Martins, para tempo de riso e entretenimento na construção da personagem pelos atores Fernando Freitas (Lippo), Francisco de Castro (Nico) e Francisco Pellé (Pepe).
Três Velhos Palhaços atendem ao anúncio de emprego e encontram-se, na anti-sala do anunciante, para concorrer à vaga aberta a profissional do riso. Velhos camaradas de picadeiro e palcos da vida de palhaçadas, eles ao tempo em que rememoram a vida de artistas, disputam a possibilidade de serem, cada um, o escolhido ao emprego.
Despem-se da solidariedade, por vezes, e da camaradagem da profissão, depreciando um ao outro, como estratégia de enfraquecer a expectativa do colega e deixar em aberto o posto ao número um, o primeiro ao cargo de trabalho.
A cenografia, Emanuel de Andrade, de visibilidade do ator e solo, está composta por as bicicletas dos condenados ao ocaso. Peças essas de grande praticidade útil à narrativa e desenrolar da história, desde a entrada de apresentação das personagens, até o desfecho de fugas da cena.
+ complementam a cenografia, a contrarregragem de um baú de magias (suporte de Pepe). Todo o enredo está centrado no ator e seu método de atuar e destrinchar a personagem construída, em que os elementos cênicos confluem a melhor abertura de alegria, surpresa e marca de circo.
Os figurinos, Bid Lima, de cores quentes suavizadas, à estética da composição do vestir, estão para deixar à vontade as personagens e emblematizam liberdades a caminhos volpianos, cubismo de dramaticidade, na cor do riso e geometrias de Palhaços cerimoniais de picadeiros, em elegância e representatividade do colorido do clown tropical, com passagem por aspectos bufões, complementarizadas por fraques personalizados aos pais do riso.
Acerta muito e gera delicadeza plástica, na segunda pele dos velhos artistas, a proposta da figurinista. Salvo, o figurino que serve à personagem Lippo, vestida por Fernando Freitas, que está com os braços nus, quebrando a continuidade e uniformidade sinérgica da composição, todo o desenho de figurinos compõe bem e veste o discurso estético da dramaturgia de estética apresentada.
A luz, Assai Campelo, para desenho de ribalta, também contrai ao lúdico e concentra energia que foca na arte do ator, na performance de reter a atenção do público e manter, bem recortada a ação dramática por iluminação sensível, econômica e detalhista. Luz que apresenta a personagem, em que a terra iluminada é chão de estrelas. Cada um tem tempo de brilho, seja o ator, ou o iluminador que direciona clareza em palco e geografias do drama.
A música original de Daniel Hulk e André de Sousa assoma beleza ao corpo do ato dramático e está para o enredo como água para chocolate, media a dosagem de pesar efeito musical sonoro de aproximação de linguagens e estreitar compreensão e sentido do enredo.
A conjunção da música à narrativa parece, talvez, que esteja ainda presa a certos vácuos. Se proposta, então é sinal de oxímoros, caso contrário então a música mereça percorrer + o picadeiro e deixar entrar a alegria dos velhos circos, das memórias de Velhos Palhaços na cata do próprio tempo.
A encenação de Arimatan Martins carrega a marca de expressão e linguagem de devoção ao humor inteligente, aliada as marcas de atores que detêm uma afinidade e compromissos cênicos à química de dividir cenas e gerar riso, do histrionismo ao escatológico, e persuadir a plateia a integrar os caminhos harenianos do humor e do entretenimento, sob a égide da compreensão da matéria cênica.
(Pellé e seu Pepe/foto Margareth Leite)
Encenador de mancheia, Arimatan arma o circo, sua alegria e desprendimento de marcar palcos e motes do riso ao fecho de liberdades de fazer rir, sem perdero fio da meada critico de aplicar efeitos dramáticos.
Para texto de Matéi Visniec desloca o foco do humor ácido, detido na economia venal e, de perspectivas que beirassem ao existencial e introspecto risível, na frieza da ironia pragmática, para lançar a narrativa às contextualizões da aldeia local e da picardia hareniana, sem perder o âmago do discurso político autoral e de fuga da servidão humana expiada.
As homenagens a personagens e celebridades locais, marca registrada de espetáculos, do Grupo, que ganham interatividade com a recepção, acentuam a memória da arte e do artista do riso dramático, em memória (Palhaço Beleza) e do circo Harém que também conta histórias do fazer rir.
(Nico, de Francisco de Castro/foto M. Leite)
Consegue, em aliança cúmplice com os atores da montagem, impor naturalidade de conjunção da cena e intérpretes e deixá-los muito à vontade, não só para as liberdades individuais, como a fundir ator e método ao mapa da construção dramática, das personagens dos artistas, em confronto com a construção das personagens mateivisniequianas. Tem características a riso e reflexão e mantém a insustentável proeza do ser teatro e técnica, em expressão compensada na cena.
(Nico e Lippo - Castro e Fernando/foto M. Leite)
Os Velhos Palhaços, Nico, Lippo e Pepe, de entrada a início do espetáculo, atendem, respectivamente, para o ato de Francisco de Castro, Fernando Freitas e Francisco Pellé. Há, já, na estreia da peça, para a composição das personagens, uma qualidade (in)falível nas fileiras do Harém ao domínio da piada e a fazedores de riso.
(o Velho Palhaço, de Castro/foto Margareth Leite)
Francisco de Castro e seu Nico, em embate de primeiras entradas com o Lippo, de Fernando Freitas, vai ao tempo de aquecimento da cena ganhando tranquilidade à suavização da tragicomédia, até ganhar total gentileza de apresentar gagues discretas, dramas metarisíveis e corpo humorado, em reprodução de ações de exercícios de convencimento e ilustração de narrativas.
Castro rouba risos da plateia em pequenas delícias de humor até atingir o ápice da demonstração do roubo da melancia da feira, entre outros doces deleites de rir do próprio riso, na economia da demonstração. É Castro + digno e sempre concentrado em seu melhor.
(Palhaço Lippo e sua bicicletinha selvagem/foto M. Leite)
Fernando Freitas traz um Pepe de tiradas diretas e inflexões de intenções na ponta da agulha. Não fosse o Fernando, seria inventado, já que consegue manter postura corporal em atenção à personagem, marcar relevos de psicologia de falas e oralidades dos solilóquios que ganham visibilidade nos pequenos detalhes de movimentos, olhos que dizem + e entonações que atomizam matéria invisível e a liberam no ponto de causar impacto e riso, no drama, tragicômico ou na velha fórmula de tradição do Harém ao bom riso. Seu Velho Palhaço também é de deixar a plateia "velha".
(Fernando e seu Palhaço ácido/foto M. Leite)
O Velho Palhaço, Pepe, da veia de humor e histrionia naturalista de Francisco Pellé, vem somar-se ao triângulo do riso e elementar o terceiro vértice de picardias, ranzinzices, espertezas e, no pulo do Velho Palhaço, ser domador da plateia, em belos momentos de dramaticidade e cômico.
(a alegria do Velho Pepe/foto M. Leite)
Na licença poética de fingir e persuadir o público, o Pepe, de Francisco Pellé, atrai atenção a estratégias requintadas de enganar e passar a perna na comoção da plateia e ingenuidade dos colegas Palhaços, que pleiteiam o mesmo emprego.Máscaras trágicas e cômicas e desenhos de anatomias pantomímicas, corpo que diz da personagem risível, como geração da afiada língua e linguagem de gerar bom riso.
(Pellé em corpo de Velho Palhaço/foto M. Leite)
"Um Bico Para Velhos Palhaços" abre o ano de comemorações de 30 anos de serviços prestados ao teatro piauiense e lança à cidade sua nova aquisição de dramaticidade conspirada. A peça ainda merece ganhar dinamicidade e tempo pontual para não perder-se no cansaço das horas.
Mas é teatro Harém a toda prova. E, para a sorte lançada, lembrando Shakespeare, vejo que já venceu.
Mary Gonzalez Gonzalez
Bravoo
Parabéns pela estréia, muito divertida a peça, amei
Parabéns.....amei a peça muito boa....
Sucesso sempre...
Sucesso
Assisti ontem Castro. Parabéns viu...
Vocês a cada espetáculo se superam! Fernando Freitas com suas caras e bocas, Pellet como sempre impagável, mas a cena do roubo da melancia... Ri que chorei!
Nós do Coletivo Piauhy Estúdio das Artes parabenizamos o Grupo Harém de Teatro pelos 30 anos de relevantes serviços prestados ao Teatro Brasileiro de Expressão Piauiense. Aproveitamos a oportunidade para convidar a todos nossos amigos para segunda apresentação de estréia do belo espetáculo "Um Bico Para Velhos Palhaços", dia 7 de julho as 19h, no Projeto Terças da Casa, do Teatro 4 de Setembro. Desejamos vida, saúde e prosperidade aos nossos irmãos de cena Francisco Pellé Vieira, Francisco de Castro, Fernando Freitas Freitas e Arimatam Martins . Abraços a toda equipe e um beijo especial para produtora Soraya Guimarães . Evoé.
Clênia Moreyra Castro vc foi simplesmente ótimo! Parabéns, sua apresentação consagrou sua carreira!
Queria ver um solo teu.. .
Parabéns, Harem. " Sua sorte está Lançada. Vejo que já venceu!
Parabéns ao Grupo Harém de Teatro e meu abraço carinhoso e orgulhoso aos amigos Francisco de Castro, Francisco Pellé Vieira e Fernando Freitas que, mais uma vez, nos revelam competência e toda grandeza da arte piauiense.
Espetacularmente maravilhoooooso!!!
Luciano Brandão Foi tudo de bom.... Eu amei. Palmas e mais palmas. Ainda falta muito para esses velhos palhaços procurarem por um pico. Obrigado Fernando Freitas Freitas Francisco de Castro Francisco Pellé Vieira
Um belo espetáculo!
tava lá muito legal
Parabéns!
Vcs arrasam gente
adorei e super indico
Os atores: Francisco Pellé Vieira, Fernando Freitas Freitase Francisco de Castro com uma afinidade cenica cada vez mais apurada. Isso é maravilhoso pro teatro piauiense. congratulations Grupo Harém de Teatro. Sucesso!



























