Jovens talentos mostram resultados de oficinas no Festival de Rabecas

http://www.piaui.pi.gov.br/noticias/index/id/21758
11/09/2015 12:29

Parte desse potencial foi revelado no primeiro dia do evento, na quinta-feira (10).
Juliana Nogueira
Novos talentos da Rabeca de Bom Jesus. (Foto:Ascom Secult)
Apresentações da 8ª edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus. ( Foto: Ascom Secult)

Jovens que participam de oficinas permanentes de teatro, dança e música estão tendo a oportunidade de mostrar seus talentos e aprendizados durante a 8ª edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus. O município revela seu potencial para as artes e hoje já possui companhias de dança e de teatro, além da primeira orquestra de rabecas do país, formada por estudantes da rede pública.

“Em três meses ministrando as oficinas de teatro aqui já vejo o potencial desses meninos. Alguns já faziam trabalhos por conta própria. Estamos, atualmente, com 18 alunos, sendo que a dança é um complemento do teatro e vice-versa”, diz a professora de dança e coreógrafa, Bete Batally.

Parte desse potencial foi revelado no primeiro dia do evento, na quinta-feira (10). No palco queijinho Mestre Beija, um dos espaços que recebem até sábado (12), a programação do evento, houve apresentação da Cia do Cerrado, de Bom Jesus.
O grupo Harém de Teatro apresentou a peça “Um bico para velhos palhaços”.( Foto: Ascom Secult)Francisco Rodrigues, de 19 anos, conta que iniciou as aulas de teatro e de dança aos 7 anos de idade. Hoje, ele ministra aulas para 12 bailarinos, alguns mais velhos que o professor. “Tenho vontade de sair da minha cidade para estudar mais e trazer todos os conhecimentos para serem aplicados aqui. A arte transforma e dá outra opção de vida aos jovens que não tinham acesso a essas atividades”, afirma Francisco.

O palco queijinho Mestre Beija, montado na praça do Fórum, também recebeu alunos da Escola de Dança do Estado Lenir Argento, além dos atores do grupo Harém de Teatro, que apresentaram a peça “Um bico para velhos palhaços”. A praça também ganhou um colorido especial, com as telas da exposição de grafites “lendas do Piauí”, pintadas durante o XXXIX Encontro Nacional de Folguedos.

O secretário estadual da Cultura, Fábio Novo, fala da importância em chegar à oitava edição do festival. “Hoje temos a nossa Orquestra de Rabecas, um orgulho para Bom Jesus e para o Brasil. Sem falar dos jovens do teatro e da dança. O Festival também é uma oportunidade de aproximar a arte da população. Estamos com uma programação gratuita, voltada para o público de todas as idades. Recebam bem os artistas que estão em nossa cidade e aproveitem esse momento”, frisa Fábio Novo.

A diretora da unidade de Articulação Cultural da Secretaria Estadual da Cultura, Bid Lima, pontua a importância de distribuir a programação do evento por vários espaços da cidade. Na manhã da quinta-feira (10), a programação foi iniciada no auditório da Universidade Estadual do Piauí, onde houve lançamento do livro e documentário “Abrindo as cortinas: o teatro como estratégia de ensino”.

Bid Lima é uma das organizadoras da obra, juntamente com o professor Raimundo Dutra, que reúne experiências do projeto executado em quatro municípios do Piauí, através do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) da Universidade Estadual do Piauí.

“O lançamento do livro é uma forma de trazer uma proposta educativa para o festival, que também conta com oficinas e exposições. Estamos buscando descentralizar as ações e alcançar um público cada vez maior. Precisamos valorizar o que há de melhor na cidade”, afirma a diretora.

Nesta sexta-feira (11), a programação começa a partir das 16h, no palco queijinho mestre Beija, com apresentação do grupo de dança “O poder da criança”, de Bom Jesus. O grupo Cotejoc apresenta o espetáculo de teatro “A verdadeira história de Romeu e Julieta”, seguido pela peça “Chepeuzinho Vermelho”, do grupo Utopia. Já, os shows são realizados no palco mestre Joaquim Carlota, a partir das 20h.

8º edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus terá música, dança e teatro

http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2015/09/8-edicao-do-festival-de-rabecas-de-bom-jesus-tera-musica-danca-e-teatro.html
07/09/2015 18h03 - Atualizado em 07/09/2015 18h07
Evento começa na quinta-feira (10) e seguirá até o dia 12. 
Com atrações diversas, evento une referências da cultura local e nacional.
Do G1 PI

A oitava edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus, cidade a 632 km ao Sul de Teresina, começa na próxima quinta-feira (10). O palco Mestre Joaquim Carlota, na praça da Catedral, receberá a abertura oficial do evento, a partir das 20h, com a Orquestra de Rabecas de Bom Jesus e os mestres rabequeiros, acompanhados por Jefferson Leite e Trio Gavião.

Foto feita na Sexta edição do Festival da Rabeca
(Foto: Itamara Santiago)

Com atrações diversificadas, que unem referências da cultura local e nacional, o Festival de Rabecas vem se consolidando como um dos eventos culturais mais mportantes do estado. O primeiro dia de festival, que segue até o dia 12, terá a Companhia de Teatro da Tribo, com o espetáculo “Cinderela”, e o grupo Harém de Teatro, com “Um bico para velhos palhaços”, no palco Queijinho Mestre Beija. Por lá, acontece apresentação de dança com a Cia do Cerrado, da cidade de Bom Jesus.
Cantora Elba Ramalho fará show no Festival de
Rabecas (Foto: Lívio Campos/Divulgação)
A noite tem os shows de Lene Alves e o Forró de Todos os Tempos, Banda Encantus e Dally Samba, no palco Mestre Joaquim Carlota. Já o segundo dia contará com a dança, teatro, apresentação da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus e os shows da cantora Mara Pavanelly, As Fulô do Sertão e Voo Livre. Uma das atrações mais esperadas se apresentará no último dia de Festival, a cantora Elba Ramalho, que levará toda sua agitação e boa música para o público no palco Mestre Joaquim Carlota, a partir das 22h.

Segundo o produtor cultural do evento, Carlos Anchieta, o Festival de Rabecas engloba todos os estilos musicais, dando importância aos artistas da terra. Para o produtor, o objetivo é diversificar, com apresentações que contemplem os artistas locais, e promover a integração com artistas de outras cidades e de outros estados, que estarão presentes no festival. Nesta edição terá ainda a apresentação de Duo Recanto, de Portugal.

“O Festival de Rabecas tem uma parte toda de cultura popular, trazendo o Chagas Vale que é manipulador de bonecos, além da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus e dos mestres rabequeiros. De Teresina, terá apresentação da banda As Fulô do Sertão, que cantam forró pé de serra. Tem também Lene Alves, que está fazendo um trabalho de resgate dos forrós tradicionais, e vamos ter um grupo de incelência de uma comunidade quilombola se apresentando no evento”, disse.

PROGRAMAÇÃO
10/09 – quinta-feira
Palco Queijinho Mestre Beija (Praça do Fórum):
TEATRO
17h – Cia Teatro da Tribo, com a peça “Cinderela”
19h – Grupo Harém Pictures, com a peça “Um bico para velhos palhaços”
DANÇA
18h – Cia do Cerrado da cidade de Bom Jesus
Palco Mestre Joaquim Carlota
(Praça da Catedral)
20h – Abertura oficial
20:30 – Apresentação da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus mestre “Joaquim Carlota” e os mestres da rabeca Erundino, Pedro da rabeca, Mundico Silva e Joaquim Carlota, acompanhados de Jefferson Leite e Trio Gavião
21:30 – Vagner Ribeiro e grupo Valor de PI
22:30 - Duo Recanto, de Portugal
23:00 – Lene Alves e o Forró de todos os tempos
00:30 – Banda Encantus
02:30 – Dally Samba

11/09 – sexta-feira
Auditório da Universidade Federal do Piauí (UFPI)
TEATRO
17h – Grupo Teatro de Pesquisa – GRUTEPE, com a peça “Itararé: a República dos Desvalidos”
Palco Queijinho Mestre Beija
(Praça do Fórum)
TEATRO
17h: Cotejoc, com “A verdadeira história de Romeu e Julieta”
19h: Grupo Utopia, com a peça “Chapeuzinho Vermelho”
DANÇA
18h: Oficina de Dança Betty Batalli
Palco Mestre Joaquim Carlota
(Praça da Catedral)
20h: Orquestra de Rabecas de Bom Jesus e mestres rabequeiros
21h: Puxadores de incelência da comunidade quilombola costaneira, de Paquetá do Piauí
21:30: Lilia Diniz (MA) - sertanejares
11:30: As Fulô do Sertão
01:30: Mara Pavanelly
03:30: Voo livre

12/09 – sábado
Espaço mestre Salim “Mercado Central”
8h: Pâmela dos teclados e mestres rabequeiros
Palco Queijinho Mestre Beija
(Praça do Fórum)
TEATRO
17h: “As aventuras de Cassimiro Coco”, teatro de bonecos, com Chagas Vale
19h: Oficina de Teatro de Bom Jesus, com a peça “Teresinha de Jesus”
DANÇA
18h: Apresentação da escola de dança Lenir Argento
Palco Mestre Joaquim Carlota
(Praça da Catedral)
20h – encerramento com Orquestra de Rabecas de Bom Jesus, mestres rabequeiros, Jefferson Leite e trio Gavião e participação de Pâmela dos Teclados
20:30: Vando do Trombone e resultado de oficina musical com a terceira idade
22h – Elba Ramalho
00:30 – Valdo e Felipe
03:00 – Pressão Total

Festival de Rabecas vai unir música, dança e teatro

Terça, 08 de setembro de 2015.
07/09/2015 10:23
Evento começa na próxima quinta-feira (10), em Bom Jesus.
Gleyca Lima

O Festival de Rabecas vem se consolidando como um dos festivais culturais mais importantes do estado. (Foto:Divulgação)
Lilia Diniz( Foto: Divulgação)

Começa na próxima quinta-feira (10) a oitava edição do Festival de Rabecas de Bom Jesus. O palco Mestre Joaquim Carlota, na praça da Catedral, receberá a abertura oficial do evento, a partir das 20 horas, com a Orquestra de Rabecas de Bom Jesus e os mestres rabequeiros, acompanhados por Jefferson Leite e Trio Gavião. Mais cedo, no palco Queijinho Mestre Beija, na praça do Fórum, tem teatro e dança, a partir das 17 horas.

Com atrações diversificadas, que unem referências da cultura local e nacional, o Festival de Rabecas vem se consolidando como um dos festivais culturais mais importantes do Estado. O primeiro dia de festival, que segue até o próximo sábado (12), terá a Cia. de Teatro da Tribo, com o espetáculo “Cinderela” e o grupo Harém de Teatro, com “Um bico para velhos palhaços”, no palco Queijinho Mestre Beija. Por lá, acontece apresentação de dança com a Cia do Cerrado, da cidade de Bom Jesus.

À noite tem os shows de Lene Alves e o Forró de Todos os Tempos, Banda Encantus e Dally Samba, no palco Mestre Joaquim Carlota. Já o segundo dia contará com a dança, teatro, apresentação da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus e os shows da cantora Mara Pavanelly, As Fulô do Sertão e Voo Livre. Uma das atrações mais esperadas se apresentará no último dia de Festival, a cantora Elba Ramalho, que levará toda sua agitação e boa música para o público no palco Mestre Joaquim Carlota, a partir das 22h. Em seguida, ainda terá apresentações de Valdo e Felipe e a banda local Pressão Total que fará o encerramento do festival.

Foto: As Fulô do Sertão (Divulgação)

Segundo o produtor cultural do evento, Carlos Anchieta, o Festival de Rabecas engloba todos os estilos musicais, dando importância aos artistas da terra. Para o produtor, o objetivo é diversificar, com apresentações que contemplem os artistas locais, e promover a integração com artistas de outras cidades e de outros estados, que estarão presentes no festival. Nesta edição terá ainda a apresentação de Duo Recanto, de Portugal.

“O Festival de Rabecas tem uma parte toda de cultura popular, trazendo o Chagas Vale que é manipulador de bonecos, além da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus e dos mestres rabequeiros. De Teresina, terá apresentação da banda As Fulô do Sertão, que cantam forró pé de serra. Tem também Lene Alves, que está fazendo um trabalho de resgate dos forrós tradicionais, e vamos ter um grupo de incelência de uma comunidade quilombola se apresentando no evento”, diz.

Elba Ramalho( Foto: Divulgação)

Carlos cita ainda a presença de Lília Diniz, com os Sertanejares. “Ela é uma poetisa do Maranhão que realiza um trabalho autoral junto aos rabequeiros”, explica o produtor. A cantora Mara Pavanelly também é presença confirmada em Bom Jesus. “E no domingo tem o grande show com a Elba Ramalho”, diz Carlos Anchieta.

O secretário estadual de cultura, Fábio Novo, que é um dos idealizadores do Festival de Rabecas, exalta também a importância de valorizar a cultura local no Festival. “Com o apoio às escolas de rabecas, em Bom Jesus, de sanfonas, em São Raimundo Nonato, e de bandolins, em Oeiras, vamos fomentar a cultura e ajudar a preservar as riquezas presentes nessa região. O Piauí terá a primeira orquestra de rabecas do Brasil”, afirma o secretário estadual de Cultura, Fábio Novo.

PROGRAMAÇÃO
10/09 – quinta-feira
Palco Queijinho Mestre Beija (Praça do Fórum):
TEATRO
17h – Cia Teatro da Tribo, com a peça “Cinderela”
19h – Grupo Harém Pictures, com a peça “Um bico para velhos palhaços”
DANÇA
18h – Cia do Cerrado da cidade de Bom Jesus
Palco Mestre Joaquim Carlota
(Praça da Catedral)
20h – Abertura oficial
20:30 – Apresentação da Orquestra de Rabecas de Bom Jesus mestre “Joaquim Carlota” e os mestres da rabeca Erundino, Pedro da rabeca, Mundico Silva e Joaquim Carlota, acompanhados de Jefferson Leite e Trio Gavião
21:30 – Vagner Ribeiro e grupo Valor de PI
22:30 - Duo Recanto, de Portugal
23:00 – Lene Alves e o Forró de todos os tempos
00:30 – Banda Encantus
02:30 – Dally Samba

11/09 – sexta-feira
Auditório da Universidade Federal do Piauí (UFPI)
TEATRO
17h – Grupo Teatro de Pesquisa – GRUTEPE, com a peça “Itararé: a República dos Desvalidos”
Palco Queijinho Mestre Beija
(Praça do Fórum)
TEATRO
17h: Cotejoc, com “A verdadeira história de Romeu e Julieta”
19h: Grupo Utopia, com a peça “Chapeuzinho Vermelho”
DANÇA
18h: Oficina de Dança Betty Batalli
Palco Mestre Joaquim Carlota
(Praça da Catedral)
20h: Orquestra de Rabecas de Bom Jesus e mestres rabequeiros
21h: Puxadores de incelência da comunidade quilombola costaneira, de Paquetá do Piauí
21:30: Lilia Diniz (MA) - sertanejares
11:30: As Fulô do Sertão
01:30: Mara Pavanelly
03:30: Voo livre

12/09 – sábado
Espaço mestre Salim “Mercado Central”
8h: Pâmela dos teclados e mestres rabequeiros
Palco Queijinho Mestre Beija
(Praça do Fórum)
TEATRO
17h: “As aventuras de Cassimiro Coco”, teatro de bonecos, com Chagas Vale
19h: Oficina de Teatro de Bom Jesus, com a peça “Teresinha de Jesus”
DANÇA
18h: Apresentação da escola de dança Lenir Argento
Palco Mestre Joaquim Carlota
(Praça da Catedral)
20h – encerramento com Orquestra de Rabecas de Bom Jesus, mestres rabequeiros, Jefferson Leite e trio Gavião e participação de Pâmela dos Teclados
20:30: Vando do Trombone e resultado de oficina musical com a terceira idade
22h – Elba Ramalho
00:30 – Valdo e Felipe
03:00 – Pressão Total

Noite de homenagens encerra aniversário do 4 de Setembro

http://www.portalaz.com.br/noticia/arte_e_cultura/348303_noite_de_homenagens_encerra_aniversario_do_4_de_setembro.html

Por Alexandra Teodoro

121 Anos! Nesta sexta, a praça Pedro II amanheceu bem mais animada. Desde às 7h da manhã o público artista ia chegando para o tradicional corte de bolo. Mas, a noite reservaria boas surpresas, com entrega de troféus, show com Duo Recanto (de Portugal) e apresentação da Validuaté pra fechar a programação.

Plateia atenta para a entrega dos troféus


A lista de homenageados incluiu os apresentadores de TV Laércio Andrade (da TV Cidade Verde) e Alexandra Teodoro (da TV Assembleia), os empresários João Claudino (do grupo Paraíba) e Van Carvalho (do grupo Carvalho). Artistas receberam troféus também, incluindo a presidente do Sated, Lari Sales e a atriz Silmara Silva, o artesão Mestre Expedito, todos numa lista de 50 pessoas.

Durante a semana inteirinha o Theatro 4 de Setembro foi palco de apresentações em vários segmentos da arte. A Casa que serve de 'morada' para trabalhos artísticos de categoria, locais e nacionais, abriu as portas para uma programação que contemplou dança, teatro, performances e música.

No último dia de agosto foi exibido um documentário sobre a história do Theatro 4 de Setembro. Na oportunidade, Lília Diniz apresentou o espetáculo 'Cora dentro de mim'. E o dramaturgo Aci Campelo, ex- diretor da Casa, lançou o livro '120 Anos do Theatro 4 de Setembro - História e Imagens de um símbolo cultural'. A primeira noite de festividades terminou com show instrumental com '086 Trio'.

Winderson Nunes, um dos homenageados com seus amigos de palco e longas datas

Mas, a festa estava só começando. Nos quatro dias seguintes houve espetáculo infantil durante a manhã e uma programação mais adulta fechando o dia. Dos infantis, subiram ao palco a Cia. Conexão Street, com o 'Boa Noite Cinderela'. O espetáculo 'Cinderela, o Musical', de Franklin Pires, também foi sucesso. Ainda para o público infantil, teve apresentação de Casimira Quietinha, do Grupo Mosay.

As noites também foram bem animadas. 'A república dos desvalidos', com direção de Arimatan Martins mais uma levou a temática social para a cena. A peça do Harém, 'Um bico para velhos palhaços' foi encenada por duas vezes. Mas, festa que se preze, tem que ter música. O músico Benício Bem, incrível na arte de parodiar, deu o ar da graça com sua versatilidade. Teve Tributo a Elis sob a coordenação do Projeto Música para todos, Banda Aclive no Boca da Noite.

Empresária Van Carvalho, Mestre Expedito e Winderson Nunes, homenageados

A programação contou com performances com alunos e professores da Escola de Dança Lenir Argento, show de stand up comedy e o lançamento do livro "Corpo do Mundo", da coreógrafa Lina do Carmo.

Nesta sexta, 4, a direção do Theatro e a Secretaria de Cultura homenagearam pessoas ligadas à mídia, às artes e apoiadores da cultura local. "Foram 50 pessoas, escolhidas através de um consenso", destacou o diretor do Theatro, João Vasconcelos.

Noite encerrada ao som de Validuaté, no espaço cultural Osório

“Um bico para velhos palhaços” abre Festluso no Theatro 4 de Setembro

http://www.piaui.pi.gov.br/noticias/index/id/21420


25/08/2015 10:47

“Um bico para velhos palhaços” abre Festluso no Theatro 4 de Setembro
O Festluso, este ano, traz 18 grupos de seis países.

Juliana Nogueira

Espetáculo “Um bico para velhos palhaços” abre o Festluso 2015. (Foto:Paulo Barros)

O governador Wellington Dias e o secretário Fábio Novo participaram da abertura do Festluso. ( Foto: Paulo Barros)Três “velhos” palhaços que buscam um emprego temporário e se divertem ao recordar as histórias do passado. Lepo, Nico e Lipo são os personagens que dão o tom ao espetáculo “Um bico para velhos palhaços”, do grupo Harém de Teatro. A peça, que revela o talento dos atores e a trajetória do grupo ao longo de 30 anos, abriu o Festival de Teatro Lusófono 2015, na noite dessa segunda-feira, no Theatro 4 de Setembro.

O governador Wellington Dias e o secretário estadual da Cultura, Fábio Novo, participaram da solenidade de abertura do Festluso que, neste ano, traz 18 grupos de seis países. “É um intercâmbio fantástico. Queremos propor o desafio de realizar o Festluso anualmente, com uma programação que pode ser estendida a outras cidades do Piauí”, diz o secretário estadual da Cultura, Fábio Novo, que aproveitou o momento para agradecer a dedicação do grupo Harém de Teatro com a realização do Festival.

“Temos que apoiar esse projeto. Até o dia 30, vários espetáculos vão ser realizados em Teresina, inclusive nas ruas, tudo gratuito. Nós é que temos que agradecer ao Harém pelo projeto, tão bom para o Piauí”, completa Fábio Novo.


Lepo, Nico e Lipo são os personagens que dão o tom ao espetáculo “Um bico para velhos palhaços”, do grupo Harém de Teatro. ( Foto: Paulo Barros)O governador Wellington Dias também destaca a importância de levar essa efervescência cultural para outros municípios do estado. “Temos a compreensão da importância da cultura e do apoio do Governo do Estado nesse momento tão grandioso. Vida longa ao Festival”, afirma Wellington Dias.

O Festluso 2015 homenageia o ator e dramaturgo Tarciso Prado, que também já esteve à frente da direção do Theatro 4 de Setembro. Na solenidade, Tarciso foi representado por sua esposa, Eveline de Melo Prado, que leu, emocionada, um discurso escrito pelo marido, especialmente para a abertura do festival. “A emoção venceu o velho ator. Tudo que eu queria era assistir o Festluso deste ano. Sou todo agradecimento pela homenagem, queridos filhos do coração [se referindo aos integrantes do grupo Harém]. Feliz Festluso”, dizia.

O coordenador do Festluso, Arimatan Martins, também falou um pouco do homenageado e que, ao conhecê-lo, se apaixonou pelo teatro e virou um “mestre de almas”. “Através de Tarciso descobri o caminho da felicidade”, diz Arimatan.

Do Teatro Extremo de Portugal, Fernando Jorge Lopes, subiu ao palco para representar os grupos que participam do evento. “São dois universos unidos no festival, a arte e a língua portuguesa. Agradeço o convite”, diz.

O público lotou o Theatro 4 de Setembro e mostrou o quanto o evento é esperado pelos teresinenses. “Nossa expectativa é a melhor possível. Esperamos que o público absorva a programação. As pessoas costumam cobrar a realização do Festluso. O objetivo vai sendo atingido à medida que as companhias de teatro vão tomando conhecimento do festival, que hoje ganhou uma repercussão grandiosa. O Festluso dá visibilidade ao Piauí no mundo. O mundo sabe que aqui temos teatro de qualidade", resume o coordenador do grupo Harém e do festival, Francisco Pellé.

Programação

Nesta terça-feira (25) tem “Os sapatos que deixei cair pelo caminho”, de Cubatão-SP. O espetáculo tem início a partir das 20h30, no Theatro 4 de Setembro. Tem também a peça “Sobre borboletas”, com o grupo de Teatro Procópio Ferreira, de Teresina, a partir das 23h, no Teatro Estação.

No Espaço Cultural Trilhos haverá vários shows. Hoje (25) é a vez de Gonzaga Lu e amanhã (26) tem o conjunto Roque Moreira, logo após a programação do Teatro Estação.

“Um bico para velhos palhaços” abre Festluso no Theatro 4 de Setembro

http://www.piaui.pi.gov.br/noticias/index/id/21420

25/08/2015 10:47
O Festluso, este ano, traz 18 grupos de seis países.
Juliana Nogueira

Lepo, Nico e Lipo são os personagens que dão o tom ao espetáculo 
“Um bico para velhos palhaços”, do grupo Harém de Teatro. (Foto:Ascom Secult)
O governador Wellington Dias e o secretário estadual da Cultura, Fábio Novo, participaram da solenidade de abertura do Festluso. ( Foto: Ascom Secult)Três “velhos” palhaços que buscam um emprego temporário e se divertem ao recordar as histórias do passado. Lepo, Nico e Lipo são os personagens que dão o tom ao espetáculo “Um bico para velhos palhaços”, do grupo Harém de Teatro. A peça, que revela o talento dos atores e a trajetória do grupo ao longo de 30 anos, abriu o Festival de Teatro Lusófono 2015, na noite dessa segunda-feira, no Theatro 4 de Setembro.

O governador Wellington Dias e o secretário estadual da Cultura, Fábio Novo, participaram da solenidade de abertura do Festluso que, neste ano, traz 18 grupos de seis países. “É um intercâmbio fantástico. Queremos propor o desafio de realizar o Festluso anualmente, com uma programação que pode ser estendida a outras cidades do Piauí”, diz o secretário estadual da Cultura, Fábio Novo, que aproveitou o momento para agradecer a dedicação do grupo Harém de Teatro com a realização do Festival.

“Temos que apoiar esse projeto. Até o dia 30, vários espetáculos vão ser realizados em Teresina, inclusive nas ruas, tudo gratuito. Nós é que temos que agradecer ao Harém pelo projeto, tão bom para o Piauí”, completa Fábio Novo.
Espetáculo “Um bico para velhos palhaços” abre o Festluso 2015. ( Foto: Ascom Secult)O governador Wellington Dias também destaca a importância de levar essa efervescência cultural para outros municípios do estado. “Temos a compreensão da importância da cultura e do apoio do Governo do Estado nesse momento tão grandioso. Vida longa ao Festival”, afirma Wellington Dias.

O Festluso 2015 homenageia o ator e dramaturgo Tarciso Prado, que também já esteve à frente da direção do Theatro 4 de Setembro. Na solenidade, Tarciso foi representado por sua esposa, Eveline de Melo Prado, que leu, emocionada, um discurso escrito pelo marido, especialmente para a abertura do festival. “A emoção venceu o velho ator. Tudo que eu queria era assistir o Festluso deste ano. Sou todo agradecimento pela homenagem, queridos filhos do coração [se referindo aos integrantes do grupo Harém]. Feliz Festluso”, dizia.

O coordenador do Festluso, Arimatan Martins, também falou um pouco do homenageado e que, ao conhecê-lo, se apaixonou pelo teatro e virou um “mestre de almas”. “Através de Tarciso descobri o caminho da felicidade”, diz Arimatan.

Do Teatro Extremo de Portugal, Fernando Jorge Lopes, subiu ao palco para representar os grupos que participam do evento. “São dois universos unidos no festival, a arte e a língua portuguesa. Agradeço o convite”, diz.

O público lotou o Theatro 4 de Setembro e mostrou o quanto o evento é esperado pelos teresinenses. “Nossa expectativa é a melhor possível. Esperamos que o público absorva a programação. As pessoas costumam cobrar a realização do Festluso. O objetivo vai sendo atingido à medida que as companhias de teatro vão tomando conhecimento do festival, que hoje ganhou uma repercussão grandiosa. O Festluso dá visibilidade ao Piauí no mundo. O mundo sabe que aqui temos teatro de qualidade", resume o coordenador do grupo Harém e do festival, Francisco Pellé.

Programação

Nesta terça-feira (25) tem “Os sapatos que deixei cair pelo caminho”, de Cubatão-SP. O espetáculo tem início a partir das 20h30, no Theatro 4 de Setembro. Tem também a peça “Sobre borboletas”, com o grupo de Teatro Procópio Ferreira, de Teresina, a partir das 23h, no Teatro Estação.

No Espaço Cultural Trilhos haverá vários shows. Hoje (25) é a vez de Gonzaga Lu e amanhã (26) tem o conjunto Roque Moreira, logo após a programação do Teatro Estação.



Festival de Teatro Lusófono começa hoje com espetáculos de seis países

http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2015/08/festival-de-teatro-lusofono-comeca-hoje-com-espetaculos-de-seis-paises.html

24/08/2015 12h11 - Atualizado em 24/08/2015 12h25

6ª edição do evento acontece em Teresina de 24 a 30 de agosto.
Participam grupos de Moçambique, Angola, Cabo Verde, Portugal e Brasil.

Do G1 PI

Teatro do Kaos de SP encenará 'Os Sapatos Que Deixei Pelo Caminho' (Foto: Sander Newton/Divulgação)

O Festival de Teatro Lusófono (FestLuso), único evento cultural e internacional realizado anualmente em Teresina, começa nesta segunda-feira (24) e reunirá este ano grupos de seis diferentes países. O festival levará a cultura do teatro às ruas, praças e casas de espetáculos, com apresentações de diferentes grupos, unidos pela mesma língua.

Na abertura, o Grupo Harém de Teatro leva ao palco do Theatro 4 de Setembro a peça "Um Bico Para Velhos Palhaços", que traz a história de três palhaços que se reencontram depois de percorrerem seus próprios mundos do riso e da felicidade. Numa sala de espera aguardam a hora para uma entrevista de emprego. Humor refinado e vena será o mote desse espetáculo que abre a maratona de apresentações do festival.
Parte das apresentações acontece no
Theatro 4 de Setembro (Foto: Catarina Costa / G1)

O evento já está em sua sexta edição com programação diversificada, reunindo peças de teatro, oficinas e shows musicais. Há grupos do Brasil (Teresina, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador), Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde e China (Macau).

“Quando morei em Portugal, no período de 1998 a 1999, fiz um estágio de teatro em língua portuguesa. Finalizando esse trabalho, cada um da turma ficou com a missão de dar continuidade a essa atividade, seja com encenações, palestras ou outra forma de lembrar o teatro em língua portuguesa. Então eu optei pela criação de um festival que unisse essas duas culturas em uma mesma língua”, conta o ator Francisco Pellé, coordenador do FestLuso.

O evento vai além de apresentações teatrais e paralelamente ao festival são realizados oficinas e shows musicais. As oficinas iniciaram ontem (20) e seguem até segunda-feira (24), das 9h às 12h, na Escola Técnica Estadual de Teatro Professor José Gomes Campos. A ministrante é a professora Vanéssia Gomes, do Grupo Caretas de Teatro de Rua, da cidade de Fortaleza – CE.

Os shows musicais acontecem a partir da terça-feira (25) no Espaço Cultural Trilhos. A programação conta com apresentações das bandas locais Bia e os Becks, Uns Pereira da Silva, Gonzaga Lu, Conjunto Roque Moreira, Moisés Chaves e Batuque Elétrico e Cochá/Grupo Recantos. O Festluso é uma realização do grupo Harém de Teatro com o apoio da Secretaria Estadual de Cultura.

Primeira noite de Lusófono terá "Um Bico para Velhos Palhaços"

http://www.portalaz.com.br/noticia/arte_e_cultura/346818_primeira_noite_de_lusofono_tera_um_bico_para_velho


Por Alexandra Teodoro

A partir desta segunda-feira (24) Teresina vai respirar os ares do Festival de Teatro Lusófono, em diversos pontos da cidade. A 6ª Edição do evento traz interações sócio culturais que ampliam mais as fronteiras da lusofonia.

De acordo com a produção do Festluso, as apresentações vão acontecer na Praça Pedro II, no Theatro 4 de Setembro, Teatro Estação, Teatro do Boi e em Timon, no Maranhão. Na segunda, o Grupo Harém de Teatro inicia os trabalhos às 20h30, no palco do Theatro 4 de Setembro. Vai apresnetar a peça “Um bico para Velhos Palhaços”, do autor romeno Matéi Visniec.

É a história de três palhaços que se reencontram depois de percorrerem seus próprios mundos do riso e da felicidade. Numa sala de espera aguardam a hora para uma entrevista de emprego. Humor refinado e venal, picardias perversas e ironias de caprichos da inteligência da e à cena brasileira, colhidos da pedra base do riso romeno à expansão hareniana, será o mote da felicidade na abertura da cena lusófona no 4 de Setembro.

A encenação do Harém leva algumas assinaturas importantes para a história da dramaturgia local. A direção é de Arimatan Martins, em cena Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé. Arrematando, tem na produção produção executiva, Soraya Guimarães. Sem esquecer da iluminação, feita por Assai Campelo e cenografia e adereços, Manu Andrade. Bid Lima assina o figurino, além de pesquisa e música incidental, por Zé Dantas. Daniel Hulk assina a trilha sonora e o grupo tem a consultoria de corpo e movimento, de Lenora Lobo. 
Na terça feira, 25, tem apresnetação no Teatro do Boi, às 18h30, com “Um punhado de terra”, montagem do Teatro Art’Imagem, de Porto, Portugal. Na agenda do Theatro 4 de Setembro, às 20h30, a peça “Os sapatos que deixei pelo caminho”, Teatro do Kaos, de Cubatão, São Paulo. No Teatro Estação (Miguel Rosa com Frei Serafim, antiga Estação Ferroviária RFFSA), às 23h, na Mostra HomoAfetiva, o espetáculo “Sobre Borboleta”, do Grupo de Teatro “Procópio Ferreira”, de Teresina, Brasil.

Festival de Teatro Lusófono reúne grupo de língua portuguesa em THE


Festival de Teatro Lusófono reúne grupo de língua portuguesa em THE


PUBLICADO POR
Fabrize Lima
Repórter
22 de Agosto de 2015 às 13:26 ••• atualizado em 22 de Agosto de 2015 às 13:59

Festival de Teatro Lusófono reúne grupo de língua portuguesa em THE

De 24 a 30 de agosto, na Praça Pedro II, Theatro 4 de Setembro, Teatro Estação, Teatro do Boi e em Timon, no Maranhão, a cena lusófona ganha os palcos e mostra em Teresina a produção teatral nos países que falam a língua portuguesa. É o Festival de Teatro Lusófono, o FestLuso 2015, que chega à sua sexta edição.

Teresina, Cubatão (SP), Luanda (Angola), Maputo (Moçambique), Porto (Portugal), Sintra (Portugal), Recife (Pernambuco), Macau (China), Salvador (Bahia), Timon (MA), Rio de Janeiro (RJ), Mindelo (Cabo Verde), Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Almada (Portugal) mostram a produção na área teatral.

Já nesta segunda-feira, 24, o Grupo Harém de Teatro abre a cena e recepciona o público , às 20h30, no Theatro 4 de Setembro, mostrando sua última montagem, Um bico para Velhos Palhaços, texto do romeno Matéi Visniec.

Três palhaços se reencontram depois de percorrerem seus próprios mundos do riso e da felicidade. Numa sala de espera aguardam a hora para uma entrevista de emprego. Humor refinado e muita ironia marcam a peça que tem direção de Arimatan Martins e reúne os atores Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé.

Produção executiva, Soraya Guimarães; iluminação, Assai Campelo; cenografia e adereços, Manu Andrade; figurinos, Bid Lima; pesquisa e música incidental, Zé Dantas; músicas compostas Daniel Hulk e consultoria de corpo e movimento de Lenora Lobo.

A programação do Festluso traz, além dos espetáculos, teatro na rua, oficinas, encontros e muito mais. Na terça-feira, 25, os espetáculos acontecem no Teatro do Boi, às 18h30, com Um punhado de terra, montagem do Teatro Art’Imagem, de Porto; no Theatro 4 de Setembro, às 20h30, a peça Os sapatos que deixei pelo caminho, Teatro do Kaos, de Cubatão (SP); e no Teatro Estação (antiga Estação Ferroviária), às 23h, na Mostra HomoAfetiva, o espetáculo Sobre Borboleta, do Grupo de Teatro Procópio Ferreira.

Logo após as apresentações, shows musicais no Espaço Cultural Trilhos. Dia 25 a atração é Gonzaga Lu.

Em sua sexta edição, o evento reúne linguagens e amplia a territorialidade do teatro sem fronteiras aproximando pessoas e grupos através da arte.

A produção é do Grupo Harém de Teatro que completa 30 anos. 

O Apoio Cultural chega através da Casa de Portugal em Macau; Sistema Estadual de Incentivo à Cultura SIEC; Secretaria de Estado da Cultura do Piauí.

De acordo com Francisco Pellé, integrante do grupo Harém e da coordenação do festival, o Festluso é importante porque possibilita que o Piauí receba grandes espetáculos criando um intercâmbio entre o Brasil e os países de língua portuguesa.

“Coloca o Brasil num importante patamar em relação ao desempenho de conhecimento e integração da língua portuguesa”, diz, ressaltando ainda a declaração do ministro da Cultura, Juca Ferreira, sobre o evento.

“Em sua passagem por Teresina ele falou da importância desse evento que é feito no Piauí e que não é só um evento local, mas de políticas públicas de integração da língua portuguesa em nível internacional. E esse é um dos principais objetivos dele”.



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7º Salão Medplan de Humor é lançado no Teresina Shopping

Segunda-feira, 20 de Julho de 2015

7º Salão Medplan de Humor é lançado no Teresina Shopping

Na solenidade de lançamento, foram revelados os grandes vencedores desta edição e foi apresentada ao público a mostra itinerante com 40 desenhos selecionados que circulará por diversos espaços da capital piauiense


O piso superior do Teresina Shopping ficou pequeno para o volume de pessoas que preencheu o espaço na noite do último domingo, dia 19 de julho, para apreciar a arte do humor. O local foi escolhido para o grande lançamento do 7º Salão Medplan de Humor, que em 2015, foi recordista de inscrições.

O tema escolhido para a 7ª edição é conhecido como um dos sete pecados capitais: a inveja. O sentimento de cobiça ou de insatisfação por algo que pertence a outro inspirou os mais de 1.000 desenhos enviados para o evento, vindos de todas as partes do planeta.

Na solenidade de lançamento, foi apresentada ao público a mostra itinerante com 40 desenhos selecionados que circulará por diversos espaços da capital piauiense. Dentre eles, estão os vencedores desta edição, que foram anunciados no evento.

A grande novidade da 7ª edição do Salão foi a criação de mais categoria de premiação, voltada para a caricatura. Para a escolha do vencedor, o Medplan trouxe a Teresina, diretamente de São Paulo, o caricaturista Eduardo Baptistão, que colabora com seus desenhos para grandes publicações, como a Revista Veja e o Jornal Estadão e já soma 30 anos de carreira.
O caricaturista Baptistão foi o convidado de honra do evento

O público do evento foi cumprimentado pela diretora medica do Medplan, Norma Fiúza, que manifestou a sua alegria em entregar para a população mais uma mostra do Salão Medplan de Humor. “A arte é sempre algo que toca as pessoas, sejam elas de qualquer classe social, religião, ou povo. E o Medplan estimula a arte através deste evento, que é um exemplo bem sucedido de trabalho de fomento à arte”, afirmou.
Dra. Norma Fiúza destacou a alegria por entregar mais uma mostra itinerantede de alto nível

Confira a lista dos vencedores:
1º Lugar - Pavel Constantin (Romênia) Inveja
2º Lugar - Vilanova (Porto Alegre-RS) Inveja
Prêmio Internet - Paulo Sergio von Indelt (Joinville-SC) Nova Roupagem
Prêmio Medplan de Caricatura - William Jeovah de Medeiros (João Pessoa-PB) - Maria Bethania
Menção Honrosa: 
Deyvidson Thiago de Souza (Jaboatão dos Guararapes-PE) - Antonio Abujamra
Duca (Sérvia) Inveja
Leslie Ricciardi (Uruguai) Inveja
Alberto Ribeiro Palmieri (Meridiano-SP) Invejite
Moisés de Macedo Coutinho (Mogi-Guaçu-SP) Inveja entre Irmãos
Rucke Souza (Coelho Neto-MA) Pódio
João Bosco Jacó de Azevedo (Belém-PA) Inveja
Evandro Alves (Lagoa Santa-MG) A grama do vizinho
Miro Stefanovic (Sérvia) Inveja
Esmaeil Babaei (Irã) Inveja

Apresentação teatral
Após o anúncio dos vencedores, o público foi presenteado com uma apresentação de teatro que celebra os 30 anos do Grupo Harém de Teatro: “Um Bico Para Velhos Palhaços”, com texto do romeno Matéi Visniec. A peça recebeu tratamento de dramaturgia de cena do diretor de teatro Arimatan Martins e reúne os atores Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé que vivem os Velhos Palhaços Nico, Lippo e Pepe, respectivamente.

Elenco da peça "Um bico para velhos palhaços"

No enredo, três velhos amigos se reencontram na sala de espera de uma agência de emprego. Respondem ao anúncio de uma vaga para trabalho. No reencontro, os palhaços trocam farpas sutis, destrincham memórias da profissão, destilam veneno e ironias ácidas uns com os outros e tramam estratégias de enfraquecer a persistência do colega, para que assim a concorrência diminua.

Artistas que mais participaram
O Medplan ainda premiou os artistas que mais participaram do salão. Muitos, desde a primeira edição. Um dos critérios utilizados para se chegar aos nomes dos cartunistas escolhidos foi o critério de premiação. Os artistas Rucke, de Itu-SP e Silvano Mello, de Jaboticatubas-MG foram os artistas escolhidos. Os dois tiveram suas obras premiadas transformadas em esculturas pelas mãos talentosas da artista plástica Pollyara Lessa.

Confira os trabalhos vencedores:
1º LUGAR: Pavel Constantin (Romênia) - Inveja

2º LUGAR - Vilanova (Porto Alegre-RS) - Inveja
PRÊMIO INTERNET - Paulo Sergio von Indelt (Joinvile-SC) - Nova Roupagem

PRÊMIO MEDPLAN DE CARICATURA - William Jeovah de Medeiros (João Pessoa-PB) - Maria Bethania

A.N.
O Circo do Harém

Leia-se
sexta-feira, 3 de julho de 2015

O Circo do Harém
retorna ao picadeiro
por maneco nascimento

O Grupo Harém de Teatro, em estreia mundial comemorativa aos 30 anos de carreira, marcou calendário na noite do dia 02 de julho, a partir das 20 horas, no palco do Theatro 4 de Setembro. Uma plateia vigorosa atendeu aos proclamos da estreia e veio dividir com o Grupo a nova montagem e rir das tiradas harenianas.

"Um Bico Para Velhos Palhaços", dramaturgia construída a partir do obra original do romeno Matéi Visniec, com direção de Arimatan Martins, para tempo de riso e entretenimento na construção da personagem pelos atores Fernando Freitas (Lippo), Francisco de Castro (Nico) e Francisco Pellé (Pepe).

Três Velhos Palhaços atendem ao anúncio de emprego e encontram-se, na anti-sala do anunciante, para concorrer à vaga aberta a profissional do riso. Velhos camaradas de picadeiro e palcos da vida de palhaçadas, eles ao tempo em que rememoram a vida de artistas, disputam a possibilidade de serem, cada um, o escolhido ao emprego. 

Despem-se da solidariedade, por vezes, e da camaradagem da profissão, depreciando um ao outro, como estratégia de enfraquecer a expectativa do colega e deixar em aberto o posto ao número um, o primeiro ao cargo de trabalho.

A cenografia, Emanuel de Andrade, de visibilidade do ator e solo, está composta por as bicicletas dos condenados ao ocaso. Peças essas de grande praticidade útil à narrativa e desenrolar da história, desde a entrada de apresentação das personagens, até o desfecho de fugas da cena.

+ complementam a cenografia, a contrarregragem de um baú de magias (suporte de Pepe). Todo o enredo está centrado no ator e seu método de atuar e destrinchar a personagem construída, em que os elementos cênicos confluem a melhor abertura de alegria, surpresa e marca de circo.

Os figurinos, Bid Lima, de cores quentes suavizadas, à estética da composição do vestir, estão para deixar à vontade as personagens e emblematizam liberdades a caminhos volpianos, cubismo de dramaticidade, na cor do riso e geometrias de Palhaços cerimoniais de picadeiros, em elegância e representatividade do colorido do clown tropical, com passagem por aspectos bufões, complementarizadas por fraques personalizados aos pais do riso.

Acerta muito e gera delicadeza plástica, na segunda pele dos velhos artistas, a proposta da figurinista. Salvo, o figurino que serve à personagem Lippo, vestida por Fernando Freitas, que está com os braços nus, quebrando a continuidade e uniformidade sinérgica da composição, todo o desenho de figurinos compõe bem e veste o discurso estético da dramaturgia de estética apresentada.

A luz, Assai Campelo, para desenho de ribalta, também contrai ao lúdico e concentra energia que foca na arte do ator, na performance de reter a atenção do público e manter, bem recortada a ação dramática por iluminação sensível, econômica e detalhista. Luz que apresenta a personagem, em que a terra iluminada é chão de estrelas. Cada um tem tempo de brilho, seja o ator, ou o iluminador que direciona clareza em palco e geografias do drama.

A música original de Daniel Hulk e André de Sousa assoma beleza ao corpo do ato dramático e está para o enredo como água para chocolate, media a dosagem de pesar efeito musical sonoro de aproximação de linguagens e estreitar compreensão e sentido do enredo.

A conjunção da música à narrativa parece, talvez, que esteja ainda presa a certos vácuos. Se proposta, então é sinal de oxímoros, caso contrário então a música mereça percorrer + o picadeiro e deixar entrar a alegria dos velhos circos, das memórias de Velhos Palhaços na cata do próprio tempo.

A encenação de Arimatan Martins carrega a marca de expressão e linguagem de devoção ao humor inteligente, aliada as marcas de atores que detêm uma afinidade e compromissos cênicos à química de dividir cenas e gerar riso, do histrionismo ao escatológico, e persuadir a plateia a integrar os caminhos harenianos do humor e do entretenimento, sob a égide da compreensão da matéria cênica.
(Pellé e seu Pepe/foto Margareth Leite)

Encenador de mancheia, Arimatan arma o circo, sua alegria e desprendimento de marcar palcos e motes do riso ao fecho de liberdades de fazer rir, sem perder o fio da meada critico de aplicar efeitos dramáticos.

Para texto de Matéi Visniec desloca o foco do humor ácido, detido na economia venal e, de perspectivas que beirassem ao existencial e introspecto risível, na frieza da ironia pragmática, para lançar a narrativa às contextualizões da aldeia local e da picardia hareniana, sem perder o âmago do discurso político autoral e de fuga da servidão humana expiada.

As homenagens a personagens e celebridades locais, marca registrada de espetáculos, do Grupo, que ganham interatividade com a recepção, acentuam a memória da arte e do artista do riso dramático, em memória (Palhaço Beleza) e do circo Harém que também conta histórias do fazer rir.
(Nico, de Francisco de Castro/foto M. Leite)

Consegue, em aliança cúmplice com os atores da montagem, impor naturalidade de conjunção da cena e intérpretes e deixá-los muito à vontade, não só para as liberdades individuais, como a fundir ator e método ao mapa da construção dramática, das personagens dos artistas, em confronto com a construção das personagens mateivisniequianas. Tem características a riso e reflexão e mantém a insustentável proeza do ser teatro e técnica, em expressão compensada na cena.
(Nico e Lippo - Castro e Fernando/foto M. Leite)

Os Velhos Palhaços, Nico, Lippo e Pepe, de entrada a início do espetáculo, atendem, respectivamente, para o ato de Francisco de Castro, Fernando Freitas e Francisco Pellé. Há, já, na estreia da peça, para a composição das personagens, uma qualidade (in)falível nas fileiras do Harém ao domínio da piada e a fazedores de riso.
(o Velho Palhaço, de Castro/foto Margareth Leite)

Francisco de Castro e seu Nico, em embate de primeiras entradas com o Lippo, de Fernando Freitas, vai ao tempo de aquecimento da cena ganhando tranquilidade à suavização da tragicomédia, até ganhar total gentileza de apresentar gagues discretas, dramas metarisíveis e corpo humorado, em reprodução de ações de exercícios de convencimento e ilustração de narrativas. 

Castro rouba risos da plateia em pequenas delícias de humor até atingir o ápice da demonstração do roubo da melancia da feira, entre outros doces deleites de rir do próprio riso, na economia da demonstração. É Castro + digno e sempre concentrado em seu melhor.
(Palhaço Lippo e sua bicicletinha selvagem/foto M. Leite)

Fernando Freitas traz um Lippo de tiradas diretas e inflexões de intenções na ponta da agulha. Não fosse o Fernando, seria inventado, já que consegue manter postura corporal em atenção à personagem, marcar relevos de psicologia de falas e oralidades dos solilóquios que ganham visibilidade nos pequenos detalhes de movimentos, olhos que dizem + e entonações que atomizam matéria invisível e a liberam no ponto de causar impacto e riso, no drama, tragicômico ou na velha fórmula de tradição do Harém ao bom riso. Seu Velho Palhaço também é de deixar a plateia "velha".

(Fernando e seu Palhaço ácido/foto M. Leite)

O Velho Palhaço, Pepe, da veia de humor e histrionia naturalista de Francisco Pellé, vem somar-se ao triângulo do riso e elementar o terceiro vértice de picardias, ranzinzices, espertezas e, no pulo do Velho Palhaço, ser domador da plateia, em belos momentos de dramaticidade e cômico.
(a alegria do Velho Pepe/foto M. Leite)

Na licença poética de fingir e persuadir o público, o Pepe, de Francisco Pellé, atrai atenção a estratégias requintadas de enganar e passar a perna na comoção da plateia e ingenuidade dos colegas Palhaços, que pleiteiam o mesmo emprego.Máscaras trágicas e cômicas e desenhos de anatomias pantomímicas, corpo que diz da personagem risível, como geração da afiada língua e linguagem de gerar bom riso.
(Pellé em corpo de Velho Palhaço/foto M. Leite)

"Um Bico Para Velhos Palhaços" abre o ano de comemorações de 30 anos de serviços prestados ao teatro piauiense e lança à cidade sua nova aquisição de dramaticidade conspirada. A peça ainda merece ganhar dinamicidade e tempo pontual para não perder-se no cansaço das horas.
Mas é teatro Harém a toda prova. E, para a sorte lançada, lembrando Shakespeare, vejo que já venceu.
http://g1.globo.com/pi/piaui/pitv-1edicao/videos/t/edicoes/v/grupo-harem-de-teatro-completa-30-anos-com-espetaculo-em-teresina/4293715/

Produção para Velhos Palhaços

Produção para Velhos Palhaços

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                                                                                                                  domingo, 14 de junho de 2015
Produção para Velhos Palhaços
confirmada!

por maneco nascimento

A montagem de espetáculos sempre requer uma reunião de profissionais e técnicos que aliam suas profissões às estratégias de tornar real o planejamento para a finalização da dramaturgia na cena. Cenografia e adereços, música, iluminação, figurinos, produção executiva, direção e elenco são pedra base de qualquer produção.

O Grupo Harém de Teatro 30 Anos comemora essa nova idade, em 2015, com uma nova estréia ao repertório de resultados harenianos. “Um Bico para Velhos Palhaços”, de Matéi Visniec e encenação de Arimatan Martins.

Os proclamos, de marcar a atenção para a nova empreitada, ganham o humor peculiar, bem característico do Harém. Na Page da nova montagem tem-se: “O Grupo Harém de Teatro comemorando seus 30 anos de existência está abrindo audição para a seleção de palhaços que preencham os seguintes requisitos: 1- Sejam engraçados; 2- Sejam talentosos; 3- E, principalmente, sejam velhos! Para a sua nova montagem: UM BICO PARA VELHOS PALHAÇOS.” (umbicoparavelhospalhaços.blogspot.com/acesso 14.06.2015 às 23h58)

Para os assuntos que antecedem e seguem por toda a vida de espetáculos, porque sempre é exigido seu retorno, a Produção Executiva é umas das pernas, indispensáveis, de montagens e encaminhamentos também na pós produção. 
(Soraya Guimarães é produtora cultural da cidade que a elegeu/reprodução)

O Harém de Teatro também tem profissional responsável por essa área de atuação. Soraya Guimarães é parceira da companhia e tem seu lugar ao sol do Harém e em outros trabalhos em que seu nome é exigido, solicitado. Guimarães é a produtora oficial de “Um Bico para Velhos Palhaços”.

Seu currículo, seu passaporte. Produtora. Registro Profissional: Técnico em Espetáculo de Diversões. Função: Diretora de Produção - SATED/PI: 46214-005196/200961-PI. Fones: (86) 98830-8653 - OI /(86) 99514-8466 – CLARO / (86) 98156-4625 – VIVO / (86) 99514-8466 – TIM/ WhatsApp: (86) 99514-8466. E-mail: sorayathe@yahoo.com.br.

Seu negócio de produção de arte e cultura: Diretora da Navilouca Produções e Eventos.
Empresária na Área de Eventos desde 1992.

O Postfólio é quente:
EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS:
Produtora Executiva da FUNDAC ( Calendário Anual da FUNDAC) 
– de 01 /Jan a 30 / Jun – 2014. 
Diretora de Ação Cultural - DAC - FUNDAC 
- 30 / Jun a 30 / Dez 2014. 
Produtora Executiva do Grupo Harém de Teatro 
- 2014
Administração Castelli Buffet
– Setembro de 2011 a Dezembro de 2013.
ATIVIDADES RECENTES:
SESI BONECOS INTERNACIONAL - 10 Anos 
– 22 e 23 de Nov 2014 – Praça Pedro II - Projeto SESI BONECOS que vem sendo realizado em Teresina desde 2004.
CIRCUITO CULTURA VIVA – Junho a Agosto 2014:
· Picos: 25, 26 e 27 de Julho;
· Simplício Mendes: 8, 9 e 10 de Agosto;
· Nazaré do Piauí/Floriano: 15, 16 e 17 de Agosto;
· N. Sra. de Nazaré: 22, 23 e 24 de Agosto;
· Cajueiro da Praia: 29, 30 e 31 de Agosto.
XXXVIII Encontro Nacional de Folguedos do Piauí e Nordestão de Quadrilha – 2014 
– Produção Executiva do XXXVIII Encontro Nacional de Folguedos do Piauí e Nordestão de Quadrilha nos dias: 01, 02, 03, 04, 05 e 06 de Julho de 2014.
Piauí Sampa
– 3 a 6 / Junho 2014 - Produção do Artísta Gonzaga Lú - Shopping El Dourado- SP.
Fórum Estadual dos Pontos de Cultura 
– 2, 3 e 4 de Maio 2014.
BARRA JAZZ – 2014 
– Produção Executiva Barra Jazz, nos dias: 19 e 20 de Abril 2014.
Dia Internacional do Teatro
– 26 e 27 de Março 2014. Eventos nos Espaços: Complexo Cultural Clube dos Diários e Praça Cultural do Dirceu.
Produção do espetáculo Batalha de Jenipapo – Março 2014.
XXXVII Encontro Nacional de Folguedos do Piauí, pela FUNDAC – 2013.
Produção do FestLuso – Festival de Teatro Lusófono – 2013
- Theatro 4 de Setembro, Teatro do Boi, Teatro da Estação e Teatro na Rua, de 26 a 31 de Agosto – 2013.
Projeto "JAZZ AND ROLL” 
– Os 40 Anos de Carreira de Luizão Paiva e Banda Maverick 75.
Soraya Guimarães, produtora executiva cultural é Harém 30 Anos! Assina Produção para Velhos Palhaços. É da equipe redonda de "Um Bico para Velhos Palhaços"

Grupo Harém estreia novo espetáculo no Theatro 4 de Setembro

Grupo Harém de Teatro comemora 30 anos com estreia mundial


Grupo Harém de Teatro comemora 30 anos com estreia mundial



02 de Julho de 2015 às 09:05 ••• atualizado em 02 de Julho de 2015 às 09:07

O Grupo Harém de Teatro celebra 30 anos com a estreia mundial nesta quinta, 2, às 20h, no Theatro 4 de Setembro, do espetáculo “Um bico para velhos Palhaços”, de Matéi Visniec, que promete emocionar o público com ironia política e refinada, que provoca risos e, ao mesmo tempo, faz chorar, pois o autor retrata em seus textos a condição humana.


Segundo o ator Francisco Pellé, a escolha desse espetáculo significa novas possibilidades e horizontes para o grupo. “O texto tem conteúdo que o Harém vem trabalhando ao longo do tempo, retrata a realidade social e trata da condição em que o mercado de trabalho lida com as pessoas mais idosas”, diz, enfatizando que a peça trata a respeito da função da arte e está entro da linha que o Harém sempre explora, a tragicomédia.

Com direção de Arimatan Martins, o Harém traz para o palco um autor contemporâneo, pouco montado no Brasil. “Ele começou a ser montado no país em 2012. Já havia uma paixão pelo texto de Visniec, que foi acentuada durante o Festluso, quando o grupo português Extremo apresentou o mesmo texto em Teresina com o título 'Velhos Palhaços Precisa-se'.

Após a estreia mundial, o Harém volta ao palco do Theatro 4 de Setembro no dia 7, às 19h, dentro do Projeto Terça Teatro. Em agosto, realiza o Festival de Teatro Lusófono e depois segue para festivais internacionais em Cabo Verde no mês de setembro, Luando (Angola) em outubro e no mês de novembro, o grupo vai a Moçambique. “Em dezembro estaremos com o novo espetáculo Acredite Nela”, diz Pellé.

“Depois de Teresina, queremos excursionar pelo interior do estado, principalmente nas principais cidades, marcar presença nos festivais nacionais e consolidar com este espetáculo nossa carreira internacional, com apresentações em espaços lusófonos”, explica o ator.

Conhecido por fazer clássicos e levar aos palcos grandes autores piauienses, Pellé cita o exemplo de Raimunda Pinto, Sim Senhor!, de Chico Pereira, montagem que é orgulho para companhia. O Harém não tem o menor interesse em desvincular-se de Raimunda Pinto. “Foi a peça que nos deu visibilidade nacional e internacional. Possibilitou um amadurecimento profissional tanto do Harém como do teatro piauiense. “Temos o maior prazer em ter essa peça em nosso repertório. Ele ultrapassou décadas, foi visto por mais de 50 mil pessoas. Também é importante ressaltar que no portfólio do grupo há outras produções importantes, como O Auto do Lampião no Além, A Casa de Bernarda Alba, O Assassinato do Anão, Princês do Piauí, Os Dois Amores de Lampião antes de Maria Bonita e só agora revelados. Foram grandes espetáculos, premiados e com eles viajamos grande parte do Brasil”, ressalta.

O grupo tem o núcleo fundador formado por Arimatan Martins, Assai Campelo, Francisco Pellé, Airton Martins. “Depois viera Francisco Castro, Fernando Freitas, Maneco Nascimento, dentre outros artistas”, afirma Pellé, declarando que o Harém é protagonista das artes cênicas no estado, pois tem influenciado a formação de novas companhias. “Nos últimos anos temos trabalhado, além das montagens, a realização de festivais. Mas nossa intenção é também formar atores”, declara o ator e uma das metas para 2016 é o projeto de formação técnica de atores, com a Escola Livre de Teatro.

Ficha
Direção: Arimatan Martins
Elenco: Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé
Produção executiva: Soraya Guimarães
Iluminação: Assai Campelo
Cenografia e adereços: Manu Andrade
Figurinos, Bid Lima
Pesquisa e música incidental: Zé Dantas
Composições Daniel Hulk
Consultoria de corpo e movimento: Lenora Lobo.

Grupo Harém de Teatro estreia “Um bico para velhos palhaços”

Grupo Harém de Teatro estreia “Um bico para velhos palhaços”


Qua, 01 de Julho de 2015 18:21


O Grupo Harém de Teatro vai estrear uma nova peça em Teresina. “Um bico para velhos palhaços” entra em cartaz no Theatro 4 de Setembro a partir desta quinta-feira, 2, e os atores Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé prometem arrancar sorrisos da plateia interpretando o clássico do dramaturgo romeno Matéi Visniec.

O espetáculo tem direção do ator, diretor, compositor e dramaturgo Arimatan Martins e conta a história de velhos palhaços que brincam de procurar um bico. A peça conta ainda com músicas de Daniel Hulk, da banda Roque Moreira.

A produção conta ainda com os figurinos de Bid Lima e a cenografia de Manu Andrade. A estreia de "Um bico para velhos Palhaços" está marcada para às 20 horas.

cv

Última atualização em Sex, 03 de Julho de 2015 08:00