7º Salão Medplan de Humor é lançado no Teresina Shopping

Segunda-feira, 20 de Julho de 2015

7º Salão Medplan de Humor é lançado no Teresina Shopping

Na solenidade de lançamento, foram revelados os grandes vencedores desta edição e foi apresentada ao público a mostra itinerante com 40 desenhos selecionados que circulará por diversos espaços da capital piauiense


O piso superior do Teresina Shopping ficou pequeno para o volume de pessoas que preencheu o espaço na noite do último domingo, dia 19 de julho, para apreciar a arte do humor. O local foi escolhido para o grande lançamento do 7º Salão Medplan de Humor, que em 2015, foi recordista de inscrições.

O tema escolhido para a 7ª edição é conhecido como um dos sete pecados capitais: a inveja. O sentimento de cobiça ou de insatisfação por algo que pertence a outro inspirou os mais de 1.000 desenhos enviados para o evento, vindos de todas as partes do planeta.

Na solenidade de lançamento, foi apresentada ao público a mostra itinerante com 40 desenhos selecionados que circulará por diversos espaços da capital piauiense. Dentre eles, estão os vencedores desta edição, que foram anunciados no evento.

A grande novidade da 7ª edição do Salão foi a criação de mais categoria de premiação, voltada para a caricatura. Para a escolha do vencedor, o Medplan trouxe a Teresina, diretamente de São Paulo, o caricaturista Eduardo Baptistão, que colabora com seus desenhos para grandes publicações, como a Revista Veja e o Jornal Estadão e já soma 30 anos de carreira.
O caricaturista Baptistão foi o convidado de honra do evento

O público do evento foi cumprimentado pela diretora medica do Medplan, Norma Fiúza, que manifestou a sua alegria em entregar para a população mais uma mostra do Salão Medplan de Humor. “A arte é sempre algo que toca as pessoas, sejam elas de qualquer classe social, religião, ou povo. E o Medplan estimula a arte através deste evento, que é um exemplo bem sucedido de trabalho de fomento à arte”, afirmou.
Dra. Norma Fiúza destacou a alegria por entregar mais uma mostra itinerantede de alto nível

Confira a lista dos vencedores:
1º Lugar - Pavel Constantin (Romênia) Inveja
2º Lugar - Vilanova (Porto Alegre-RS) Inveja
Prêmio Internet - Paulo Sergio von Indelt (Joinville-SC) Nova Roupagem
Prêmio Medplan de Caricatura - William Jeovah de Medeiros (João Pessoa-PB) - Maria Bethania
Menção Honrosa: 
Deyvidson Thiago de Souza (Jaboatão dos Guararapes-PE) - Antonio Abujamra
Duca (Sérvia) Inveja
Leslie Ricciardi (Uruguai) Inveja
Alberto Ribeiro Palmieri (Meridiano-SP) Invejite
Moisés de Macedo Coutinho (Mogi-Guaçu-SP) Inveja entre Irmãos
Rucke Souza (Coelho Neto-MA) Pódio
João Bosco Jacó de Azevedo (Belém-PA) Inveja
Evandro Alves (Lagoa Santa-MG) A grama do vizinho
Miro Stefanovic (Sérvia) Inveja
Esmaeil Babaei (Irã) Inveja

Apresentação teatral
Após o anúncio dos vencedores, o público foi presenteado com uma apresentação de teatro que celebra os 30 anos do Grupo Harém de Teatro: “Um Bico Para Velhos Palhaços”, com texto do romeno Matéi Visniec. A peça recebeu tratamento de dramaturgia de cena do diretor de teatro Arimatan Martins e reúne os atores Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé que vivem os Velhos Palhaços Nico, Lippo e Pepe, respectivamente.

Elenco da peça "Um bico para velhos palhaços"

No enredo, três velhos amigos se reencontram na sala de espera de uma agência de emprego. Respondem ao anúncio de uma vaga para trabalho. No reencontro, os palhaços trocam farpas sutis, destrincham memórias da profissão, destilam veneno e ironias ácidas uns com os outros e tramam estratégias de enfraquecer a persistência do colega, para que assim a concorrência diminua.

Artistas que mais participaram
O Medplan ainda premiou os artistas que mais participaram do salão. Muitos, desde a primeira edição. Um dos critérios utilizados para se chegar aos nomes dos cartunistas escolhidos foi o critério de premiação. Os artistas Rucke, de Itu-SP e Silvano Mello, de Jaboticatubas-MG foram os artistas escolhidos. Os dois tiveram suas obras premiadas transformadas em esculturas pelas mãos talentosas da artista plástica Pollyara Lessa.

Confira os trabalhos vencedores:
1º LUGAR: Pavel Constantin (Romênia) - Inveja

2º LUGAR - Vilanova (Porto Alegre-RS) - Inveja
PRÊMIO INTERNET - Paulo Sergio von Indelt (Joinvile-SC) - Nova Roupagem

PRÊMIO MEDPLAN DE CARICATURA - William Jeovah de Medeiros (João Pessoa-PB) - Maria Bethania

A.N.
O Circo do Harém

Leia-se
sexta-feira, 3 de julho de 2015

O Circo do Harém
retorna ao picadeiro
por maneco nascimento

O Grupo Harém de Teatro, em estreia mundial comemorativa aos 30 anos de carreira, marcou calendário na noite do dia 02 de julho, a partir das 20 horas, no palco do Theatro 4 de Setembro. Uma plateia vigorosa atendeu aos proclamos da estreia e veio dividir com o Grupo a nova montagem e rir das tiradas harenianas.

"Um Bico Para Velhos Palhaços", dramaturgia construída a partir do obra original do romeno Matéi Visniec, com direção de Arimatan Martins, para tempo de riso e entretenimento na construção da personagem pelos atores Fernando Freitas (Lippo), Francisco de Castro (Nico) e Francisco Pellé (Pepe).

Três Velhos Palhaços atendem ao anúncio de emprego e encontram-se, na anti-sala do anunciante, para concorrer à vaga aberta a profissional do riso. Velhos camaradas de picadeiro e palcos da vida de palhaçadas, eles ao tempo em que rememoram a vida de artistas, disputam a possibilidade de serem, cada um, o escolhido ao emprego. 

Despem-se da solidariedade, por vezes, e da camaradagem da profissão, depreciando um ao outro, como estratégia de enfraquecer a expectativa do colega e deixar em aberto o posto ao número um, o primeiro ao cargo de trabalho.

A cenografia, Emanuel de Andrade, de visibilidade do ator e solo, está composta por as bicicletas dos condenados ao ocaso. Peças essas de grande praticidade útil à narrativa e desenrolar da história, desde a entrada de apresentação das personagens, até o desfecho de fugas da cena.

+ complementam a cenografia, a contrarregragem de um baú de magias (suporte de Pepe). Todo o enredo está centrado no ator e seu método de atuar e destrinchar a personagem construída, em que os elementos cênicos confluem a melhor abertura de alegria, surpresa e marca de circo.

Os figurinos, Bid Lima, de cores quentes suavizadas, à estética da composição do vestir, estão para deixar à vontade as personagens e emblematizam liberdades a caminhos volpianos, cubismo de dramaticidade, na cor do riso e geometrias de Palhaços cerimoniais de picadeiros, em elegância e representatividade do colorido do clown tropical, com passagem por aspectos bufões, complementarizadas por fraques personalizados aos pais do riso.

Acerta muito e gera delicadeza plástica, na segunda pele dos velhos artistas, a proposta da figurinista. Salvo, o figurino que serve à personagem Lippo, vestida por Fernando Freitas, que está com os braços nus, quebrando a continuidade e uniformidade sinérgica da composição, todo o desenho de figurinos compõe bem e veste o discurso estético da dramaturgia de estética apresentada.

A luz, Assai Campelo, para desenho de ribalta, também contrai ao lúdico e concentra energia que foca na arte do ator, na performance de reter a atenção do público e manter, bem recortada a ação dramática por iluminação sensível, econômica e detalhista. Luz que apresenta a personagem, em que a terra iluminada é chão de estrelas. Cada um tem tempo de brilho, seja o ator, ou o iluminador que direciona clareza em palco e geografias do drama.

A música original de Daniel Hulk e André de Sousa assoma beleza ao corpo do ato dramático e está para o enredo como água para chocolate, media a dosagem de pesar efeito musical sonoro de aproximação de linguagens e estreitar compreensão e sentido do enredo.

A conjunção da música à narrativa parece, talvez, que esteja ainda presa a certos vácuos. Se proposta, então é sinal de oxímoros, caso contrário então a música mereça percorrer + o picadeiro e deixar entrar a alegria dos velhos circos, das memórias de Velhos Palhaços na cata do próprio tempo.

A encenação de Arimatan Martins carrega a marca de expressão e linguagem de devoção ao humor inteligente, aliada as marcas de atores que detêm uma afinidade e compromissos cênicos à química de dividir cenas e gerar riso, do histrionismo ao escatológico, e persuadir a plateia a integrar os caminhos harenianos do humor e do entretenimento, sob a égide da compreensão da matéria cênica.
(Pellé e seu Pepe/foto Margareth Leite)

Encenador de mancheia, Arimatan arma o circo, sua alegria e desprendimento de marcar palcos e motes do riso ao fecho de liberdades de fazer rir, sem perder o fio da meada critico de aplicar efeitos dramáticos.

Para texto de Matéi Visniec desloca o foco do humor ácido, detido na economia venal e, de perspectivas que beirassem ao existencial e introspecto risível, na frieza da ironia pragmática, para lançar a narrativa às contextualizões da aldeia local e da picardia hareniana, sem perder o âmago do discurso político autoral e de fuga da servidão humana expiada.

As homenagens a personagens e celebridades locais, marca registrada de espetáculos, do Grupo, que ganham interatividade com a recepção, acentuam a memória da arte e do artista do riso dramático, em memória (Palhaço Beleza) e do circo Harém que também conta histórias do fazer rir.
(Nico, de Francisco de Castro/foto M. Leite)

Consegue, em aliança cúmplice com os atores da montagem, impor naturalidade de conjunção da cena e intérpretes e deixá-los muito à vontade, não só para as liberdades individuais, como a fundir ator e método ao mapa da construção dramática, das personagens dos artistas, em confronto com a construção das personagens mateivisniequianas. Tem características a riso e reflexão e mantém a insustentável proeza do ser teatro e técnica, em expressão compensada na cena.
(Nico e Lippo - Castro e Fernando/foto M. Leite)

Os Velhos Palhaços, Nico, Lippo e Pepe, de entrada a início do espetáculo, atendem, respectivamente, para o ato de Francisco de Castro, Fernando Freitas e Francisco Pellé. Há, já, na estreia da peça, para a composição das personagens, uma qualidade (in)falível nas fileiras do Harém ao domínio da piada e a fazedores de riso.
(o Velho Palhaço, de Castro/foto Margareth Leite)

Francisco de Castro e seu Nico, em embate de primeiras entradas com o Lippo, de Fernando Freitas, vai ao tempo de aquecimento da cena ganhando tranquilidade à suavização da tragicomédia, até ganhar total gentileza de apresentar gagues discretas, dramas metarisíveis e corpo humorado, em reprodução de ações de exercícios de convencimento e ilustração de narrativas. 

Castro rouba risos da plateia em pequenas delícias de humor até atingir o ápice da demonstração do roubo da melancia da feira, entre outros doces deleites de rir do próprio riso, na economia da demonstração. É Castro + digno e sempre concentrado em seu melhor.
(Palhaço Lippo e sua bicicletinha selvagem/foto M. Leite)

Fernando Freitas traz um Lippo de tiradas diretas e inflexões de intenções na ponta da agulha. Não fosse o Fernando, seria inventado, já que consegue manter postura corporal em atenção à personagem, marcar relevos de psicologia de falas e oralidades dos solilóquios que ganham visibilidade nos pequenos detalhes de movimentos, olhos que dizem + e entonações que atomizam matéria invisível e a liberam no ponto de causar impacto e riso, no drama, tragicômico ou na velha fórmula de tradição do Harém ao bom riso. Seu Velho Palhaço também é de deixar a plateia "velha".

(Fernando e seu Palhaço ácido/foto M. Leite)

O Velho Palhaço, Pepe, da veia de humor e histrionia naturalista de Francisco Pellé, vem somar-se ao triângulo do riso e elementar o terceiro vértice de picardias, ranzinzices, espertezas e, no pulo do Velho Palhaço, ser domador da plateia, em belos momentos de dramaticidade e cômico.
(a alegria do Velho Pepe/foto M. Leite)

Na licença poética de fingir e persuadir o público, o Pepe, de Francisco Pellé, atrai atenção a estratégias requintadas de enganar e passar a perna na comoção da plateia e ingenuidade dos colegas Palhaços, que pleiteiam o mesmo emprego.Máscaras trágicas e cômicas e desenhos de anatomias pantomímicas, corpo que diz da personagem risível, como geração da afiada língua e linguagem de gerar bom riso.
(Pellé em corpo de Velho Palhaço/foto M. Leite)

"Um Bico Para Velhos Palhaços" abre o ano de comemorações de 30 anos de serviços prestados ao teatro piauiense e lança à cidade sua nova aquisição de dramaticidade conspirada. A peça ainda merece ganhar dinamicidade e tempo pontual para não perder-se no cansaço das horas.
Mas é teatro Harém a toda prova. E, para a sorte lançada, lembrando Shakespeare, vejo que já venceu.
http://g1.globo.com/pi/piaui/pitv-1edicao/videos/t/edicoes/v/grupo-harem-de-teatro-completa-30-anos-com-espetaculo-em-teresina/4293715/

Produção para Velhos Palhaços

Produção para Velhos Palhaços

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                                                                                                                  domingo, 14 de junho de 2015
Produção para Velhos Palhaços
confirmada!

por maneco nascimento

A montagem de espetáculos sempre requer uma reunião de profissionais e técnicos que aliam suas profissões às estratégias de tornar real o planejamento para a finalização da dramaturgia na cena. Cenografia e adereços, música, iluminação, figurinos, produção executiva, direção e elenco são pedra base de qualquer produção.

O Grupo Harém de Teatro 30 Anos comemora essa nova idade, em 2015, com uma nova estréia ao repertório de resultados harenianos. “Um Bico para Velhos Palhaços”, de Matéi Visniec e encenação de Arimatan Martins.

Os proclamos, de marcar a atenção para a nova empreitada, ganham o humor peculiar, bem característico do Harém. Na Page da nova montagem tem-se: “O Grupo Harém de Teatro comemorando seus 30 anos de existência está abrindo audição para a seleção de palhaços que preencham os seguintes requisitos: 1- Sejam engraçados; 2- Sejam talentosos; 3- E, principalmente, sejam velhos! Para a sua nova montagem: UM BICO PARA VELHOS PALHAÇOS.” (umbicoparavelhospalhaços.blogspot.com/acesso 14.06.2015 às 23h58)

Para os assuntos que antecedem e seguem por toda a vida de espetáculos, porque sempre é exigido seu retorno, a Produção Executiva é umas das pernas, indispensáveis, de montagens e encaminhamentos também na pós produção. 
(Soraya Guimarães é produtora cultural da cidade que a elegeu/reprodução)

O Harém de Teatro também tem profissional responsável por essa área de atuação. Soraya Guimarães é parceira da companhia e tem seu lugar ao sol do Harém e em outros trabalhos em que seu nome é exigido, solicitado. Guimarães é a produtora oficial de “Um Bico para Velhos Palhaços”.

Seu currículo, seu passaporte. Produtora. Registro Profissional: Técnico em Espetáculo de Diversões. Função: Diretora de Produção - SATED/PI: 46214-005196/200961-PI. Fones: (86) 98830-8653 - OI /(86) 99514-8466 – CLARO / (86) 98156-4625 – VIVO / (86) 99514-8466 – TIM/ WhatsApp: (86) 99514-8466. E-mail: sorayathe@yahoo.com.br.

Seu negócio de produção de arte e cultura: Diretora da Navilouca Produções e Eventos.
Empresária na Área de Eventos desde 1992.

O Postfólio é quente:
EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS:
Produtora Executiva da FUNDAC ( Calendário Anual da FUNDAC) 
– de 01 /Jan a 30 / Jun – 2014. 
Diretora de Ação Cultural - DAC - FUNDAC 
- 30 / Jun a 30 / Dez 2014. 
Produtora Executiva do Grupo Harém de Teatro 
- 2014
Administração Castelli Buffet
– Setembro de 2011 a Dezembro de 2013.
ATIVIDADES RECENTES:
SESI BONECOS INTERNACIONAL - 10 Anos 
– 22 e 23 de Nov 2014 – Praça Pedro II - Projeto SESI BONECOS que vem sendo realizado em Teresina desde 2004.
CIRCUITO CULTURA VIVA – Junho a Agosto 2014:
· Picos: 25, 26 e 27 de Julho;
· Simplício Mendes: 8, 9 e 10 de Agosto;
· Nazaré do Piauí/Floriano: 15, 16 e 17 de Agosto;
· N. Sra. de Nazaré: 22, 23 e 24 de Agosto;
· Cajueiro da Praia: 29, 30 e 31 de Agosto.
XXXVIII Encontro Nacional de Folguedos do Piauí e Nordestão de Quadrilha – 2014 
– Produção Executiva do XXXVIII Encontro Nacional de Folguedos do Piauí e Nordestão de Quadrilha nos dias: 01, 02, 03, 04, 05 e 06 de Julho de 2014.
Piauí Sampa
– 3 a 6 / Junho 2014 - Produção do Artísta Gonzaga Lú - Shopping El Dourado- SP.
Fórum Estadual dos Pontos de Cultura 
– 2, 3 e 4 de Maio 2014.
BARRA JAZZ – 2014 
– Produção Executiva Barra Jazz, nos dias: 19 e 20 de Abril 2014.
Dia Internacional do Teatro
– 26 e 27 de Março 2014. Eventos nos Espaços: Complexo Cultural Clube dos Diários e Praça Cultural do Dirceu.
Produção do espetáculo Batalha de Jenipapo – Março 2014.
XXXVII Encontro Nacional de Folguedos do Piauí, pela FUNDAC – 2013.
Produção do FestLuso – Festival de Teatro Lusófono – 2013
- Theatro 4 de Setembro, Teatro do Boi, Teatro da Estação e Teatro na Rua, de 26 a 31 de Agosto – 2013.
Projeto "JAZZ AND ROLL” 
– Os 40 Anos de Carreira de Luizão Paiva e Banda Maverick 75.
Soraya Guimarães, produtora executiva cultural é Harém 30 Anos! Assina Produção para Velhos Palhaços. É da equipe redonda de "Um Bico para Velhos Palhaços"

Grupo Harém estreia novo espetáculo no Theatro 4 de Setembro

Grupo Harém de Teatro comemora 30 anos com estreia mundial


Grupo Harém de Teatro comemora 30 anos com estreia mundial



02 de Julho de 2015 às 09:05 ••• atualizado em 02 de Julho de 2015 às 09:07

O Grupo Harém de Teatro celebra 30 anos com a estreia mundial nesta quinta, 2, às 20h, no Theatro 4 de Setembro, do espetáculo “Um bico para velhos Palhaços”, de Matéi Visniec, que promete emocionar o público com ironia política e refinada, que provoca risos e, ao mesmo tempo, faz chorar, pois o autor retrata em seus textos a condição humana.


Segundo o ator Francisco Pellé, a escolha desse espetáculo significa novas possibilidades e horizontes para o grupo. “O texto tem conteúdo que o Harém vem trabalhando ao longo do tempo, retrata a realidade social e trata da condição em que o mercado de trabalho lida com as pessoas mais idosas”, diz, enfatizando que a peça trata a respeito da função da arte e está entro da linha que o Harém sempre explora, a tragicomédia.

Com direção de Arimatan Martins, o Harém traz para o palco um autor contemporâneo, pouco montado no Brasil. “Ele começou a ser montado no país em 2012. Já havia uma paixão pelo texto de Visniec, que foi acentuada durante o Festluso, quando o grupo português Extremo apresentou o mesmo texto em Teresina com o título 'Velhos Palhaços Precisa-se'.

Após a estreia mundial, o Harém volta ao palco do Theatro 4 de Setembro no dia 7, às 19h, dentro do Projeto Terça Teatro. Em agosto, realiza o Festival de Teatro Lusófono e depois segue para festivais internacionais em Cabo Verde no mês de setembro, Luando (Angola) em outubro e no mês de novembro, o grupo vai a Moçambique. “Em dezembro estaremos com o novo espetáculo Acredite Nela”, diz Pellé.

“Depois de Teresina, queremos excursionar pelo interior do estado, principalmente nas principais cidades, marcar presença nos festivais nacionais e consolidar com este espetáculo nossa carreira internacional, com apresentações em espaços lusófonos”, explica o ator.

Conhecido por fazer clássicos e levar aos palcos grandes autores piauienses, Pellé cita o exemplo de Raimunda Pinto, Sim Senhor!, de Chico Pereira, montagem que é orgulho para companhia. O Harém não tem o menor interesse em desvincular-se de Raimunda Pinto. “Foi a peça que nos deu visibilidade nacional e internacional. Possibilitou um amadurecimento profissional tanto do Harém como do teatro piauiense. “Temos o maior prazer em ter essa peça em nosso repertório. Ele ultrapassou décadas, foi visto por mais de 50 mil pessoas. Também é importante ressaltar que no portfólio do grupo há outras produções importantes, como O Auto do Lampião no Além, A Casa de Bernarda Alba, O Assassinato do Anão, Princês do Piauí, Os Dois Amores de Lampião antes de Maria Bonita e só agora revelados. Foram grandes espetáculos, premiados e com eles viajamos grande parte do Brasil”, ressalta.

O grupo tem o núcleo fundador formado por Arimatan Martins, Assai Campelo, Francisco Pellé, Airton Martins. “Depois viera Francisco Castro, Fernando Freitas, Maneco Nascimento, dentre outros artistas”, afirma Pellé, declarando que o Harém é protagonista das artes cênicas no estado, pois tem influenciado a formação de novas companhias. “Nos últimos anos temos trabalhado, além das montagens, a realização de festivais. Mas nossa intenção é também formar atores”, declara o ator e uma das metas para 2016 é o projeto de formação técnica de atores, com a Escola Livre de Teatro.

Ficha
Direção: Arimatan Martins
Elenco: Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé
Produção executiva: Soraya Guimarães
Iluminação: Assai Campelo
Cenografia e adereços: Manu Andrade
Figurinos, Bid Lima
Pesquisa e música incidental: Zé Dantas
Composições Daniel Hulk
Consultoria de corpo e movimento: Lenora Lobo.

Grupo Harém de Teatro estreia “Um bico para velhos palhaços”

Grupo Harém de Teatro estreia “Um bico para velhos palhaços”


Qua, 01 de Julho de 2015 18:21


O Grupo Harém de Teatro vai estrear uma nova peça em Teresina. “Um bico para velhos palhaços” entra em cartaz no Theatro 4 de Setembro a partir desta quinta-feira, 2, e os atores Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé prometem arrancar sorrisos da plateia interpretando o clássico do dramaturgo romeno Matéi Visniec.

O espetáculo tem direção do ator, diretor, compositor e dramaturgo Arimatan Martins e conta a história de velhos palhaços que brincam de procurar um bico. A peça conta ainda com músicas de Daniel Hulk, da banda Roque Moreira.

A produção conta ainda com os figurinos de Bid Lima e a cenografia de Manu Andrade. A estreia de "Um bico para velhos Palhaços" está marcada para às 20 horas.

cv

Última atualização em Sex, 03 de Julho de 2015 08:00 
Grupo Hárem estreia nova peça no Theatro 4 de Setembro nesta quinta-feira

ENTRETENIMENTO

01/07/15, 18:00
Grupo Hárem estreia nova peça no Theatro 4 de Setembro nesta quinta-feira (2)


O Grupo Hárem de Teatro vai estrear uma nova peça em Teresina. “Um bico para velhos palhaços” entra em cartaz no Theatro 4 de Setembro a partir desta quinta-feira (2) e os atores Fernando Freitas, Francisco de Castro e Francisco Pellé prometem arrancar sorrisos da plateia interpretando o clássico do dramaturgo romeno Matéi Visniec.


O espetáculo tem direção do ator, diretor, compositor e dramaturgo Arimatan Martins e conta a história de velhos palhaços que brincam de procurar um bico. A peça conta ainda com músicas de Daniel Hulk, da banda Roque Moreira.

A produção conta ainda com os figurinos de Bid Lima e a cenografia de Manu Andrade. A estreia de "Um bico para velhos Palhaços" está marcada para às 20 horas.

Da redação
redacao@cidadeverde.com